ARMA NUCLEAR: SOBERANIA REAL DO BRASIL
Hoje fica cada vez mais claro, o erro ou traição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em ter assinado o Tratado de Não Proliferação Nuclear de Tlatellolco em cooperação com os Estados Unidos, prejudicando, assim, a soberania brasileira.
Basta ver o atual tratamento dado à Índia pelos Estados Unidos e os territórios respeitáveis em que se tornaram o Irã e a Coréia do Norte, e ainda o Japão que está neste caminho.
Aos EUA não interessam que outros países disponham de armas nucleares. Não pela manutenção da paz mundial, mas porque se as principais nações do planeta as detiverem, sua força militar e hegemonia global serão anuladas pelo simples motivo:
NÃO SE INVADEM PAÍSES QUE POSSUEM ARMAS NUCLEARES. OS RISCOS SÃO ENORMES PARA AMBOS OS LADOS.
E, se não é possível invadir, atacar e vencer e usurpar riquezas naturais que os sustentem, para que serve a sua potência militar?
Seria o caos para sua indústria bélica e sua política imperial arrogante. A desgraça do Iraque foi justamente por não possuí-las. Caso contrário, jamais teriam sido invadidos pelos EUA e aliados, e a prova é evidente:
- O Paquistão é um centro formador e distribuidor de terroristas islâmicos para o mundo todo, Bin Laden estava lá; e por que os EUA não o invadem?
E nem a Coréia do Norte? É simples: ambos dispõem de artefatos nucleares. Mas os EUA invadiram o Afeganistão, ao lado, sabidamente desarmado e indefeso.
Hoje, nove países detêm declaradamente armamentos nucleares. Se o Irã tornar-se oficialmente o décimo país, abrirá um precedente às potências medianas (cerca de 25 países), e entre elas o Brasil. O qual já iria detonar ogivas nucleares na década de 1980, na Base Militar da Serra do Cachimbo-PA, caso não tivéssemos sido sabotados pela incompetência útil do ex-presidente José Sarney e, depois, pelos ex-presidentes Fernando Collor de Mello e FHC (em possível troca por benesses pessoais junto aos EUA?).
Países naturalmente ricos e desarmados como o nosso apenas administram suas riquezas temporariamente para desfrute futuro, pelas potências dominantes.
Somente a dissuasão nuclea, inibe uma superpotência a invadir e rapinar riquezas de países mais pobres. O quê mais então?
A arma nuclear, em suas diversas versões e vetores, no caso do Brasil, eliminaria a necessidade de grandes gastos em equipamentos militares convencionais; sendo necessário apenas que se mantivessem núcleos de excelência nas FFAA, dotando-os com equipamentos de última geração, tais como aviões de caça, radares, mísseis e armamento individual, além do treinamento intensivo e da elevação dos padrões de remuneração geral e profissionalização das tropas.
Se Brasil e Argentina estiverem armados com ogicas, quem atacaria quem? Se a destruição mútua é garantida?
Numa guerra convencional sim, podem haver vencedores.
O desarmamento nuclear total é o ideal para o mundo, mas se realmente todos se desarmarem. No caso de países renitentes e que se privilegiam, os demais ficam indefesos e com soberania do tipo "para inglês ver".
Se os principais paises estiverem armados com artefatos nucleares, todos se igualam e os EUA passarão a ser apenas mais um. Nasceria então uma nova ONU, composta por países com real soberania, e, portanto, com posições mais firmes pela paz mundial.
Possuir armamentos nucleares, bem como forças armadas fortes e bem equipadas, garantem a paz e elevam a imagem de qualquer país no cenário internacional.
Vide Rússia, EUA, Inglaterra, China e outros.
Aumentando o respeito para com a nação, a auto-estima de seu povo e ampliando as possibilidades em mesas de negociações.
Não há ilusões: só a força das armas mantém a paz e o respeito real entre as nações.
Ainda mais atualmente, quando as forças armadas dos EUA não são mais, há muito tempo, voltadas à guarda de suas fronteiras e sua preservação territorial, como as da maioria dos países; mas sendo concebidas para invadir outras nações, esmagar suas soberanias em função dos interesses norte-americanos, da manutenção de sua hegemonia como potência global e na conquista de recursos naturais que os sustentem.
A ameaça por parte de grupos e Estados terroristas, infelizmente sempre existirá. E, como sempre, caberá às nações detentoras do poder nuclear, a manutenção da segurança quanto ao acesso indevido a estes recursos.
Alguém já viu alguma Nação dotada de armas nucleares ser atacada ou invadida em seu território?